Grama verde, ar puro é tudo que preciso;
E um pouco mais dentro de mim;
Silêncio que acalma meu espírito;
Estou me aproximando do impossível, e saindo do breu que me acorrentava;
Limpando as vestes e abrindo os olhos, consigo ver o céu azul e o sol amarelo, meio nublado parece mas sinto o ar em meus pulmões;
Sinto cada vez mais meu corpo despertar, e os velhos fantasmas sumirem;
O coração bate lentamente enquanto caminho sobre a grama do jardim aurora;
Sinto meus pensamentos se formarem e minha voz reconhecer através do diálogo mentalizado;
Minhas mãos ainda estão vivas e quentes;
Meus pés ainda se movem;
Meu corpo ainda tem movimento ;
E o sentimento quieto em seu pleno desconhecido;
Quando me prosto diante do horizonte e me jogo ao chão;
Despejo para fora com palavras, todas as mágoas que meu velho espírito acumulou;
E nada vem mais a mente que a redenção;
A redenção da alma que precisa superar as feridas;
Então joguei elas todas foras e lancei ao vento;
Limpando toda a imundície dentro de mim;
Abri os olhos novamente, me vi perplexa diante do meu novo eu;
Sai do inferno e finalmente posso dizer que a grama é bem mais limpa e, revigorante que a prisão mental, que me mantia presa dentro de mim..

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