Em várias noites reflito sobre as incertezas da vida e por que ela é diferente para cada pessoa, a maior metáfora que eu mantenho em mente sobre a vida é o barco.
O barco se mantém firme todo percurso, mas ao longo desse percurso ele é abstrato.
você é um passageiro, não sabe se está indo na direção certa, não importa o rumo que tomar.
Dentro do barco surge a insegurança você não sabe que tipo de pessoa está embarcando junto com você, é um momento de inquietação e de constante mudança das pessoas que embarcam e desbarcam.
Cada passageiro tem o seu motivo de ter embarcado, uns emanam do amor, outros emanam do ódio.
A água flui divergentemente uma hora está em seu ápice de alvoroço, outra hora é a calmaria de um amanhecer.
E a chegada ao destino não é o fim, você quem dita se é o fim, existem várias alternativas, como o reencontro entre dois passados ou até mesmo a esperança do recomeço de vida.
E entre tudo isso, existe apenas uma coisa que realmente importa e na qual irá proporcionar o seu devido final da maneira em que você viveu. Então entre idas e vindas ao porto, escolha bem quem vai entrar para sua embarcação.

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Comentários para: Navegação involuntária…
  • 14/04/2021

    A ideia é muito boa, mas parece pouco trabalhada. Como se fosse um exercício de começar a escrever e deixar o enredo vir durante a escrita, para sair do branco. O texto é bom, pois mostra uma ideia em forma bruta, sem revisão e com algumas desconexões características de um pensamento em fluxo, deixando a estrutura levemente confusa.
    Por exemplo:
    -\”Cada passageiro tem o seu motivo de ter embarcado, uns emanam do amor, outros emanam do ódio\” – os passageiros são de amor ou ódio? Ou os motivos de embarcar são de amor ou ódio?
    -No início, afirma categoricamente que você é um passageiro e a falta de controle sobre o que ocorre no barco gera insegurança. Mas, no final, você pode escolher quem deve entrar na embarcação. A vida é o barco? Ou a vida é a água?
    -\”E a chegada ao destino não é o fim, você quem dita se é o fim\” – então a metáfora do barco não representa toda a vida, mas uma parte da vida, é isso? Pois, se quando eu chego no destino, a vida segue, então há vida além do trajeto no barco?
    -Alguns errinhos de pontuação, mas isso é bem normal para todos nós.
    Bonito texto! Bom fluxo de ideias. Tem uma reflexão promissora após algumas revisões e ajustes.
    Parabéns!

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    Perfeito Isa!!!

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